11/07/2009 - 9h31m
Diante de vários destinos em busca da melhor opção de verão, uma delas está bem perto da capital paraense. Icoaraci, megadistrito de Belém, possui belezas, riquezas, arte, folclore, culinária típica e diversos pontos turísticos à disposição dos visitantes.
Com aproximadamente 300 mil residentes divididos entre nove bairros, o distrito fica cerca de 18 quilômetros do centro de Belém. Suas principais vias de acesso são as rodovias Augusto Montenegro e Artur Bernardes. Esta última passa pelo Aeroporto Internacional de Belém.
'De frente para o sol' ou 'Mãe de todas as águas', alguns do significados dados a palavra que denomina o lugar, Icoaraci possui os mesmo modelo dos núcleos coloniais da Região Bragantina, composta por quarteirões regulares de ruas e travessas espaçosas. As mangueiras, assim como na capital do Estado, predomina nas ruas formando túneis. Sua estrutura lembra a Belle Époque, principalmente por seus chalés e estação ferroviária.
Igarapés e riachos são algumas das maravilhas que fazem a felicidade de quem tem a oportunidade de explorar o distrito. A composição artística é uma outra riqueza disponibilizada não apenas para seus habitantes - o mundo teve oportunidade de conhecer Icoaraci através da poesia de Antônio Tavernard e o folclore dos diversos grupo originados da vila. Com tanta energia assim esse distrito com estrutura de município acabou por se chamar 'Vila Sorriso'.
Além de tudo isso, Icoaraci tem a oferecer seu orgulho maior, a beleza da arte da Cerâmica Marajoara. Icoaraci é o maior centro produtor de cerâmica marajoara e tapajônica. O bairro do Paracuri concentra 90% desses polos cerâmicos e a orla possui uma feira de artesanato para a divulgação do trabalho orgulho dos icoaracienses.
A Biblioteca Avertano Rocha e o Museu de Artes Populares funcionam no Chalé Tavares Cardoso que foi construído durante o ciclo da borracha. Este chalé é um dos pontos turístico da vila. No Museu se encontra um acervo de brinquedos e objetos feitos de miriti e outros de cerâmica ajudam na preservação e valorização da cultura.
O pôr do sol em Icoaraci é fascinante, mais ainda se estiver no Pontão, de onde se tem uma das visões mais bonitas da Baía do Guajará. Uma água de côco vai muito bem nesse momento, as barracas presentes na orla são símbolos expressivos da vila.
Culinária - A orla também é composta por vários restaurantes especializados em peixadas. De dia, a pedida são as barracas da única praia da vila, a do Cruzeiro. À noite, a própria orla disponibiliza outros ótimos restaurantes.
O restaurante Na Telha é um dos mais frequantados do Distrito. Serve peixes e frutos do mar cozidos diretamente na telha de barro.
Pizza também é uma boa. Na Pizzaria Vitória, eleita por dois anos consecutivos a melhor pizzaria da cidade por um guia de restaurantes, são disponibilizados no cardápio 50 sabores entre os tradicionais italianos e os tipicamentes paraenses como a pizza de camarão com jambú, umas das mais apreciadas. Vinho também é especialidade da pizzaria, servem rótulos da Casa Valdulga, de Bento Gonçalves. Vale a pena!
Transporte - Atualmente, vários meios de transportes fazem o percurso Belém-Icoaraci todos os dias. De ônibus a passagem é de R$ 1,70 o transporte alternativo varia de R$ 1,50 a R$ 2.
Atrações - A Vila Sorriso está cheia de atrações para este verão, uma delas é o Torneio Esportivo de Futebol de Areia, que vai reunir atletas dos nove bairros que abrange o distrito. As competições acontecerão de 13 a 17 e de 20 a 24 de julho, a partir das 18h, nas areia da praia do Cruzeiro. Na orla se encontram shows dos mais variados artistas.
Para você que quer se divertir, ter uma boa leitura ou sair da triteza... Temos de tudo por aqui um MIX para todos os gostos...
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Mosqueiro: a encantadora ilha dos paraenses
04/07/2009 - 10h0m
Na mochila a recomendação é levar apenas roupas leves, sandálias, boné, óculos escuros e protetor solar, pois o clima representa bem o que por lá encontraremos ao longo do mês de julho. Saindo de Belém, são cerca de 75 quilômetros dividos entre as rodovias BR-316 e PA-391 até chegar a ilha de Mosqueiro, carinhosamente chamada de 'Bucólica'.
Seguindo o percurso, após passar na imensa ponte 'Sebastião Oliveira', com de 1.457m, não vai demorar para o maior distrito de Belém nos dá boas vindas com o Pórtico em forma de cabana indicando que já podemos entrar no clima de diversão. ‘Moca’ ou ‘Ilha do Amor’, como também a ilha é lembrada, é localizada na costa oriental do rio Pará, em frente à Baía do Guajará. A beleza peculiar é formada por praias de rio-mar, que todo paraense e turista reconhece.
Saiba como chegar em Mosqueiro
São cerca de 17 quilômetros com 15 praias a escolha de quem busca diversão intensa em um dos mais frequentados balneários do Pará. Areão, Marahú, Praia Grande, Prainha, Murubira, Porto Artur, Chapéu Virado, Farol, Bispo, Carananduba, Ariramba, Paraíso, Prainha do Farol, São Francisco, são algumas delas.
Para um banho de sol e/ou de água doce, apenas algumas são as preferidas como Farol, Chapéu Virado e Murubira, esta última é a mais badalada da ilha. Mas para quem busca tranquilidade as oferecidas são as belezas de Marahú e Paraíso.
Mas Mosqueiro não é só praia. Um cantinho especial de beleza natural é outro ponto certo para relaxar: o Igaracoco. Perto da Praia São Francisco, o pequeno balneário é conhecido e bastante frequentado pela geladíssima água natural represada para o banho, composto por bar e restaurante.
Dando uma volta nas ruas de Mosqueiro observa-se que são repletas de casarões antigos que representam bem sua origem. A arquitetura dos casarões mosqueirenses é um misto de estilo europeu com a realidade climática local. Estão espalhados pelas avenidas beira-mar e no seu interior. A história da ilha completa 114 anos nesta segunda (6).
Delícias - A tapiocaria é um dos espaços que definitivamente terá que ser frequentado. Localizada na Praça Matriz, na Vila, o lugar é disputadíssimo nessa época de férias escolares, mas esperar nunca é demais, acredite!
Por sinal, ao ir à praia, é bom se instalar em uma das barracas. É um pecado não provar os pratos à base de peixes e frutos do mar que além de deliciosos ajudam a movimentar a economia local, já que a população, em maioria, sobrevive do mercado do turismo.
Agito - A noite da ilha se divide em passeio ou badalação. Na Praça Matriz a ideia é levar a cadeira de praia e sentar na grama para ver o intenso movimento. Por outro lado, na praia Murubira a animação é de festa, os carros fazem uma verdadeira disputa de sons, ganha o que tiver a melhor música. 'Minha festa começa na Vila, lá encontro os amigos passeamos e vivemos a bucólica, mas depois levo todo mundo para agitar no Murubira e só saiu de lá de manhãzinha', empolga-se Socorro da Luz, auxiliar administrativo.
Dicas de passeio:
- Ver, bem cedo na praia, a chegada dos barcos pesqueiros e do açai que chega para ser vendido na vila.
- Tomar café da manhã com tapioquinha na Praça Matriz.
- Escolher uma ou mais das 15 praias (já que é uma do lado da outra) para se divertir e se bronzear.
- Almoçar em umas das barracas padronizadas situadas nas praias e saborear a culinária regional, em especial as peixadas.
- Banhar-se na água congelante do Igaracoco.
- Vila ou Murubira: à noite, escolha como quer se divertir.
Texto: Bruno Gustavo
Edição: Adriana Ferreira
Fotos: Pesquisa na internet
Arte: Márcio Caldas / Portal ORM
Na mochila a recomendação é levar apenas roupas leves, sandálias, boné, óculos escuros e protetor solar, pois o clima representa bem o que por lá encontraremos ao longo do mês de julho. Saindo de Belém, são cerca de 75 quilômetros dividos entre as rodovias BR-316 e PA-391 até chegar a ilha de Mosqueiro, carinhosamente chamada de 'Bucólica'.
Seguindo o percurso, após passar na imensa ponte 'Sebastião Oliveira', com de 1.457m, não vai demorar para o maior distrito de Belém nos dá boas vindas com o Pórtico em forma de cabana indicando que já podemos entrar no clima de diversão. ‘Moca’ ou ‘Ilha do Amor’, como também a ilha é lembrada, é localizada na costa oriental do rio Pará, em frente à Baía do Guajará. A beleza peculiar é formada por praias de rio-mar, que todo paraense e turista reconhece.
Saiba como chegar em Mosqueiro
São cerca de 17 quilômetros com 15 praias a escolha de quem busca diversão intensa em um dos mais frequentados balneários do Pará. Areão, Marahú, Praia Grande, Prainha, Murubira, Porto Artur, Chapéu Virado, Farol, Bispo, Carananduba, Ariramba, Paraíso, Prainha do Farol, São Francisco, são algumas delas.
Para um banho de sol e/ou de água doce, apenas algumas são as preferidas como Farol, Chapéu Virado e Murubira, esta última é a mais badalada da ilha. Mas para quem busca tranquilidade as oferecidas são as belezas de Marahú e Paraíso.
Mas Mosqueiro não é só praia. Um cantinho especial de beleza natural é outro ponto certo para relaxar: o Igaracoco. Perto da Praia São Francisco, o pequeno balneário é conhecido e bastante frequentado pela geladíssima água natural represada para o banho, composto por bar e restaurante.
Dando uma volta nas ruas de Mosqueiro observa-se que são repletas de casarões antigos que representam bem sua origem. A arquitetura dos casarões mosqueirenses é um misto de estilo europeu com a realidade climática local. Estão espalhados pelas avenidas beira-mar e no seu interior. A história da ilha completa 114 anos nesta segunda (6).
Delícias - A tapiocaria é um dos espaços que definitivamente terá que ser frequentado. Localizada na Praça Matriz, na Vila, o lugar é disputadíssimo nessa época de férias escolares, mas esperar nunca é demais, acredite!
Por sinal, ao ir à praia, é bom se instalar em uma das barracas. É um pecado não provar os pratos à base de peixes e frutos do mar que além de deliciosos ajudam a movimentar a economia local, já que a população, em maioria, sobrevive do mercado do turismo.
Agito - A noite da ilha se divide em passeio ou badalação. Na Praça Matriz a ideia é levar a cadeira de praia e sentar na grama para ver o intenso movimento. Por outro lado, na praia Murubira a animação é de festa, os carros fazem uma verdadeira disputa de sons, ganha o que tiver a melhor música. 'Minha festa começa na Vila, lá encontro os amigos passeamos e vivemos a bucólica, mas depois levo todo mundo para agitar no Murubira e só saiu de lá de manhãzinha', empolga-se Socorro da Luz, auxiliar administrativo.
Dicas de passeio:
- Ver, bem cedo na praia, a chegada dos barcos pesqueiros e do açai que chega para ser vendido na vila.
- Tomar café da manhã com tapioquinha na Praça Matriz.
- Escolher uma ou mais das 15 praias (já que é uma do lado da outra) para se divertir e se bronzear.
- Almoçar em umas das barracas padronizadas situadas nas praias e saborear a culinária regional, em especial as peixadas.
- Banhar-se na água congelante do Igaracoco.
- Vila ou Murubira: à noite, escolha como quer se divertir.
Texto: Bruno Gustavo
Edição: Adriana Ferreira
Fotos: Pesquisa na internet
Arte: Márcio Caldas / Portal ORM
Conheça a beleza afrodisíaca de Algodoal
26/06/2009 - 13h0m
Quatro horas de estrada e aproximadamente quarenta minutos de barco. Esse é o caminho que você tem que percorrer para chegar a Ilha de Maiandeua, mais conhecida como ilha de Algodoal. Entre os muitos lugares paradisíacos do Pará, o local é um dos poucos que conservam o bucolismo e a tranquilidade.
Em Algodoal o turista se depara com o rústico das casas de madeira emoldurado pela praia oceânica, com areia fina e branca, além do lago de água doce. Tanto praia quanto lago são conhecidos pelo mesmo nome: Princesa.
Com água doce e tonalidades escuras, em meio a uma exuberante vegetação, o lago fica a aproximadamente uma hora de caminhada, por trás da praia da princesa. 'Lá, segundo as lendas, surgia uma princesa encantada em noites de lua cheia, que ficava perto da praia', conta o estudante de jornalismo Bruno Carachesti, frequentador assíduo da ilha. Dunas e canoas completam o visual.
Na ilha é proibido a entrada de veículos. A única forma de se explorar as belezas da região é a pé ou de carroça. Os carros devem ser deixados em estacionamentos ainda em Marudá. O fato é um dos que mais atraem o músico paraense Toninho Gaia. 'Na ilha não tem carro, barulho. Lá todos vão a pé, todos são iguais ali, estão no mesmo nível, indo para a mesma praia, ficando no mesmo lugar. A ilha é bem democrática', opina o artista que já frequenta Algodoal há dez anos.
Gaia relembra a primeira vez que visitou a ilha.'Eu ia para Algodoal quando não tinha luz elétrica ainda. Não tinha nem banda também. A primeira vez fui com uns amigos para conhecer. Fomos num final de semana qualquer, não tinha ninguém na ilha, só a gente. Nos divertimos saindo da praia para um carimbó. Curtimos os nativos, dançamos e tocamos o ritmo. Ficamos na vibe', brinca.
Atualmente a ilha já conta com energia elétrica, que foi introduzida em janeiro de 2005. Já o abastecimento de água é realizado através de poços artesianos.
Um aviso aos turistas: não existe coleta de lixo em Algodoal. É bom exercer a responsabilidade com o meio ambiente não jogando lixo na praia e ruas.
Diversão- Entre as opções de lazer o vocalista da banda 'Gaia na Gandaia' faz algumas sugestões. 'Em Algodoal rola carimbó e reggae. Para a galera que quer ver movimentação sugiro o Bar Boiador, que ponto estratégico, próximo a praia. Outro point é o Lua Cheia, que não paga para entrar. Mas eu prefiro ir para a casa de uns amigos, onde rola roda de violão', comentou o artista. Na ilha o turista também pode particpar dos passeios, pescaria, surf, trilhas e das noites embaladas ao ritmo do carimbó, brega, rock e reggae.
Transporte - O principal acesso à ilha se dá por Belém do Pará. São 163 quilômetros das rodovias BR-316, PA-136 e PA-318 até o porto de Marudá. De lá, a viagem segue de barco até a ilha.
Se para visitar a cidade a escolha foi um ônibus, o custo de uma passagem de Belém para Marudá sai em torno de R$ 16,70. Os coletivos partem do terminal Rodoviário de Belém. Os horários de partida são variáveis. As vans que fazem o mesmo trajeto também partem do terminal, mas sem previsão de horário.
Quem escolheu ir de carro até Marudá, deve utilizar os estacionamentos que existem próximo ao porto. Basta chegar por lá para ser abordado por funcionários em busca de clientes (a diária sai por uma média de R$ 5,00).
Outra alternativa de acesso é seguir de Belém até o município de Maracanã (cerca de 3 horas de viagem), de onde parte, diariamente (por volta das 11h), um barco com destino a Algodoal (normalmente o barco só parte depois da chegada do ônibus). Já a travessia de barco de Marudá para Algodoal sai em média a R$6,00.
Hospedagem - A faixa de preços de hospedagem é muito variável. Entre as opções de maior conforto está o Chalé do Atlântico. O hotel fica localizado a 50 metros da praia. Ele é divido em chalés e suítes.
Os chalés são equipados com televisão, frigobar, duas camas de casal, pátio e banheiro. Cada chalé abriga até quatro hóspedes. Já as suítes têm cama de casal, bi-cama, televisão, frigobar, ar-condicionado e banheiro. Cada uma hospeda até três pessoas.
Entre os mais econômicos está o Hotel Estrela do Sol. O espaço possui piscina e uma grande área verde. No hotel, quartos com ar-condicionado ou ventilador, tv ou frigobar. A diária inclui café da manhã. No local também funciona um restaurante.
Mas se a grana anda muito curta ainda existe a opção do campping. A diária para armar a barraca varia de R$ 10 a R$ 20, por pessoa.
Histórico - Maiandeua tem origem no Tupi e significa 'Mãe da Terra'. A ilha ficou popularmente conhecida como Algodoal devido a abundância de uma planta nativa conhecida como algodão de seda, ainda presente na região, cujas sementes, com filetes brancos, são dispersas pela planta e, ao flutuarem ao vento, lembram o algodão. Algodoal é, também, o nome da maior vila, das quatro que existem na ilha. As outras três são Fortalezinha, Camboinha e Mocooca. Entre as principais atividades econômicas desenvolvidas está a pesca, a agricultura de subsistência e o turismo.
Serviço - Para verificar os preços e a disponibilidade de reserva do Chalé do Atlântico consulte: http://chalesdoatlantico.algodoal.com/
Para obter informações sobre o Hotel Estrela do Sol basta acessar o
site http://www.estrelasolhotel.hpgvip.com.br/
Horários dos ônibus:
Belém/Marudá - 6h, 9h, 12h30, 14h30 e 16h30
Marudá/Belém - 7h, 12h, 15h e 17h.
Horários dos barcos:
Marudá/Algodoal: De 2ª a 5ª feira- 8h30, 10h30, 13h30 e 17h; 6ª a domingo - 8h30, 9h30; 10h30; 12h30; 14h30 e 17h.
Algodoal/Marudá: De 2ª a 5ª feira - 6h00; 7h30; 9h00; 10h30 e 13h30h; 6ªfeira - 6h00; 7h30; 9h00; 10h30; 13h30 e 15h00h; Sábado e domingo - 6h00; 7h30; 9h00; 10h30; 13h30; 15h00 e 17h00.
Quatro horas de estrada e aproximadamente quarenta minutos de barco. Esse é o caminho que você tem que percorrer para chegar a Ilha de Maiandeua, mais conhecida como ilha de Algodoal. Entre os muitos lugares paradisíacos do Pará, o local é um dos poucos que conservam o bucolismo e a tranquilidade.
Em Algodoal o turista se depara com o rústico das casas de madeira emoldurado pela praia oceânica, com areia fina e branca, além do lago de água doce. Tanto praia quanto lago são conhecidos pelo mesmo nome: Princesa.
Com água doce e tonalidades escuras, em meio a uma exuberante vegetação, o lago fica a aproximadamente uma hora de caminhada, por trás da praia da princesa. 'Lá, segundo as lendas, surgia uma princesa encantada em noites de lua cheia, que ficava perto da praia', conta o estudante de jornalismo Bruno Carachesti, frequentador assíduo da ilha. Dunas e canoas completam o visual.
Na ilha é proibido a entrada de veículos. A única forma de se explorar as belezas da região é a pé ou de carroça. Os carros devem ser deixados em estacionamentos ainda em Marudá. O fato é um dos que mais atraem o músico paraense Toninho Gaia. 'Na ilha não tem carro, barulho. Lá todos vão a pé, todos são iguais ali, estão no mesmo nível, indo para a mesma praia, ficando no mesmo lugar. A ilha é bem democrática', opina o artista que já frequenta Algodoal há dez anos.
Gaia relembra a primeira vez que visitou a ilha.'Eu ia para Algodoal quando não tinha luz elétrica ainda. Não tinha nem banda também. A primeira vez fui com uns amigos para conhecer. Fomos num final de semana qualquer, não tinha ninguém na ilha, só a gente. Nos divertimos saindo da praia para um carimbó. Curtimos os nativos, dançamos e tocamos o ritmo. Ficamos na vibe', brinca.
Atualmente a ilha já conta com energia elétrica, que foi introduzida em janeiro de 2005. Já o abastecimento de água é realizado através de poços artesianos.
Um aviso aos turistas: não existe coleta de lixo em Algodoal. É bom exercer a responsabilidade com o meio ambiente não jogando lixo na praia e ruas.
Diversão- Entre as opções de lazer o vocalista da banda 'Gaia na Gandaia' faz algumas sugestões. 'Em Algodoal rola carimbó e reggae. Para a galera que quer ver movimentação sugiro o Bar Boiador, que ponto estratégico, próximo a praia. Outro point é o Lua Cheia, que não paga para entrar. Mas eu prefiro ir para a casa de uns amigos, onde rola roda de violão', comentou o artista. Na ilha o turista também pode particpar dos passeios, pescaria, surf, trilhas e das noites embaladas ao ritmo do carimbó, brega, rock e reggae.
Transporte - O principal acesso à ilha se dá por Belém do Pará. São 163 quilômetros das rodovias BR-316, PA-136 e PA-318 até o porto de Marudá. De lá, a viagem segue de barco até a ilha.
Se para visitar a cidade a escolha foi um ônibus, o custo de uma passagem de Belém para Marudá sai em torno de R$ 16,70. Os coletivos partem do terminal Rodoviário de Belém. Os horários de partida são variáveis. As vans que fazem o mesmo trajeto também partem do terminal, mas sem previsão de horário.
Quem escolheu ir de carro até Marudá, deve utilizar os estacionamentos que existem próximo ao porto. Basta chegar por lá para ser abordado por funcionários em busca de clientes (a diária sai por uma média de R$ 5,00).
Outra alternativa de acesso é seguir de Belém até o município de Maracanã (cerca de 3 horas de viagem), de onde parte, diariamente (por volta das 11h), um barco com destino a Algodoal (normalmente o barco só parte depois da chegada do ônibus). Já a travessia de barco de Marudá para Algodoal sai em média a R$6,00.
Hospedagem - A faixa de preços de hospedagem é muito variável. Entre as opções de maior conforto está o Chalé do Atlântico. O hotel fica localizado a 50 metros da praia. Ele é divido em chalés e suítes.
Os chalés são equipados com televisão, frigobar, duas camas de casal, pátio e banheiro. Cada chalé abriga até quatro hóspedes. Já as suítes têm cama de casal, bi-cama, televisão, frigobar, ar-condicionado e banheiro. Cada uma hospeda até três pessoas.
Entre os mais econômicos está o Hotel Estrela do Sol. O espaço possui piscina e uma grande área verde. No hotel, quartos com ar-condicionado ou ventilador, tv ou frigobar. A diária inclui café da manhã. No local também funciona um restaurante.
Mas se a grana anda muito curta ainda existe a opção do campping. A diária para armar a barraca varia de R$ 10 a R$ 20, por pessoa.
Histórico - Maiandeua tem origem no Tupi e significa 'Mãe da Terra'. A ilha ficou popularmente conhecida como Algodoal devido a abundância de uma planta nativa conhecida como algodão de seda, ainda presente na região, cujas sementes, com filetes brancos, são dispersas pela planta e, ao flutuarem ao vento, lembram o algodão. Algodoal é, também, o nome da maior vila, das quatro que existem na ilha. As outras três são Fortalezinha, Camboinha e Mocooca. Entre as principais atividades econômicas desenvolvidas está a pesca, a agricultura de subsistência e o turismo.
Serviço - Para verificar os preços e a disponibilidade de reserva do Chalé do Atlântico consulte: http://chalesdoatlantico.algodoal.com/
Para obter informações sobre o Hotel Estrela do Sol basta acessar o
site http://www.estrelasolhotel.hpgvip.com.br/
Horários dos ônibus:
Belém/Marudá - 6h, 9h, 12h30, 14h30 e 16h30
Marudá/Belém - 7h, 12h, 15h e 17h.
Horários dos barcos:
Marudá/Algodoal: De 2ª a 5ª feira- 8h30, 10h30, 13h30 e 17h; 6ª a domingo - 8h30, 9h30; 10h30; 12h30; 14h30 e 17h.
Algodoal/Marudá: De 2ª a 5ª feira - 6h00; 7h30; 9h00; 10h30 e 13h30h; 6ªfeira - 6h00; 7h30; 9h00; 10h30; 13h30 e 15h00h; Sábado e domingo - 6h00; 7h30; 9h00; 10h30; 13h30; 15h00 e 17h00.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
MARAJÓ
Para quem busca o exótico, o surpreendente e o contato com uma natureza que permanece exuberante desde o século XVI, a ilha do Marajó, além de riquezas materiais, guarda histórias e costumes que fascinam tanto os amantes por aventura, quanto os que procuram paz e calmaria.
Recheada com paisagens e ecossistemas dos mais variados, desde savanas e mangues até florestas e campos alagados, a região marajoara, que já foi chamada de Marinatambal e Ilha Grande de Joannes, não por acaso é reconhecida pelo livro de recordes 'RankBrasil' como a maior ilha fluviomarinha do mundo, com seus aproximadamente 50 mil quilômetros quadrados de terras banhadas pelos rios Amazonas e Tocantins, além do Oceano Atlântico.
Fazendas como a São Jerônimo, onde por cerca de R$ 20 pode-se passear à cavalo, passando por mangues e muito mais; e a Bom Jesus, um verdadeiro recanto de Guarás, aves de penas vermelhas, tornam um banho de praia muito melhor. Falando nisso, as opções são muitas, além da Praia Grande, também tem as praias de Joannes, da Barra Velha e do Pesqueiro.
A característica mais marcante da ilha do Marajó tem vida própria. Os búfalos, mais especificamente os da raça Carabao, foram alguns dos 'turistas' que resolveram ficar na ilha. E eles são tantos que podem ser encontrados facilmente pelas ruas. Mas sem nenhum perigo, porque os desta linhagem são domésticos e dóceis de natureza. Pode até pensar em uma pose, porque eles adoram fotos.
Os búfalos também são parte peculiar de outras duas grandes características do local: o artesanato, com a produção de bolsas e sandálias que misturam o conforto à resistência, feitas a partir do couro do animal e, principalmente, a culinária, que serve o suculento leite de búfalo com seu derivado, famoso nas rodas de bate-papo entre pessoas que já visitaram a ilha: o queijo do Marajó.
Estes últimos podem ser encontrados em qualquer estabelecimento de produtos alimentícios. Nos restaurantes, são servidos em pratos como o 'filé marajoara', feito com filé bubalino grelhado na manteiga de búfalo, queijo do marajó, risoto de jambú com coalho, alho dourado, macaxeira frita, farofa fina e vinagrete.
Para o guia turístico, Marco Romero, o Marajó é mesmo um pedaço de céu. 'Quem vai ao Marajó encontrará praias, fazendas, búfalos, mangues, pássaros, rios, igarapés, gastronomia típica da região marajoara, e muitas outras peculiaridades', e completa: 'A melhor indicação é vivenciar essa experiência, que é estar perto do povo marajora, nas fazendas ou nas cidades, ouvindo e vendo suas linguagens e principalmente saboreando a culinária em bons restaurantes facilmente indicados pelos moradores'.
No mais, pode-se ainda fazer como o marajoara Nagib Abdon, médico infectologista que mora em Belém, mas que, sempre que pode volta às origens para fazer coisas que eram sua paixão na infância. 'Gosto de tomar banho na chuva, nos igarapés, nas praias, além de jogar um futebol, é claro!', conta.
E quem mora lá, é só elogios. Carmem Lúcia Gouvêia mora na ilha há cerca de três décadas e pretende ficar muito mais. 'Nasci em Belém, mas me considero uma marajoara. Cheguei aqui há uns 32 anos, mas tive que voltar para Belém por conta dos estudos dos meus flhos e voltei para cá logo que pude. Para mim o Marajó é um pedacinho do paraíso!, ressalta.
E para chegar a este pedaço do paraíso basta ir ao porto da Estação das Docas, em Belém, e curtir a viagem. De barco, as passagens custam de R$ 13 a R$ 25 cada. Depois de descer no porto de Camará, no município de Salvaterra, chega a vez do transporte rodoviário, que custa, em média, R$ 9 de micro-ônibus climatizado, R$ 5 de van e R$ 2 de ônibus, além de táxis.
Os horários são: Transporte de passageiros - De segunda a sábado, no galpão 10 das Docas, Belém/Salvaterra, às 6h30 e às 14h30. Já Salvaterra/Belém, às 6h30 e às 14h30. Aos domingos, também no galpão 10, Belém/Salvaterra, às 10h, e Salvaterra/Belém, às 15h.
Transporte de veículos (ferry boat) - De segunda a sexta, Belém (Icoaraci)/Salvaterra, às 6h30, e Salvaterra/Belém, às 16h. Aos sábados, Belém (Icoaraci)/Salvaterra, às 4h e às 6h30h. Já Salvaterra/Belém, às 16h. Aos domingos, Belém (Icoaraci)/Salvaterra, às 6h, e Salvaterra/Belém: às 16h e às 17h.
Recheada com paisagens e ecossistemas dos mais variados, desde savanas e mangues até florestas e campos alagados, a região marajoara, que já foi chamada de Marinatambal e Ilha Grande de Joannes, não por acaso é reconhecida pelo livro de recordes 'RankBrasil' como a maior ilha fluviomarinha do mundo, com seus aproximadamente 50 mil quilômetros quadrados de terras banhadas pelos rios Amazonas e Tocantins, além do Oceano Atlântico.
Fazendas como a São Jerônimo, onde por cerca de R$ 20 pode-se passear à cavalo, passando por mangues e muito mais; e a Bom Jesus, um verdadeiro recanto de Guarás, aves de penas vermelhas, tornam um banho de praia muito melhor. Falando nisso, as opções são muitas, além da Praia Grande, também tem as praias de Joannes, da Barra Velha e do Pesqueiro.
A característica mais marcante da ilha do Marajó tem vida própria. Os búfalos, mais especificamente os da raça Carabao, foram alguns dos 'turistas' que resolveram ficar na ilha. E eles são tantos que podem ser encontrados facilmente pelas ruas. Mas sem nenhum perigo, porque os desta linhagem são domésticos e dóceis de natureza. Pode até pensar em uma pose, porque eles adoram fotos.
Os búfalos também são parte peculiar de outras duas grandes características do local: o artesanato, com a produção de bolsas e sandálias que misturam o conforto à resistência, feitas a partir do couro do animal e, principalmente, a culinária, que serve o suculento leite de búfalo com seu derivado, famoso nas rodas de bate-papo entre pessoas que já visitaram a ilha: o queijo do Marajó.
Estes últimos podem ser encontrados em qualquer estabelecimento de produtos alimentícios. Nos restaurantes, são servidos em pratos como o 'filé marajoara', feito com filé bubalino grelhado na manteiga de búfalo, queijo do marajó, risoto de jambú com coalho, alho dourado, macaxeira frita, farofa fina e vinagrete.
Para o guia turístico, Marco Romero, o Marajó é mesmo um pedaço de céu. 'Quem vai ao Marajó encontrará praias, fazendas, búfalos, mangues, pássaros, rios, igarapés, gastronomia típica da região marajoara, e muitas outras peculiaridades', e completa: 'A melhor indicação é vivenciar essa experiência, que é estar perto do povo marajora, nas fazendas ou nas cidades, ouvindo e vendo suas linguagens e principalmente saboreando a culinária em bons restaurantes facilmente indicados pelos moradores'.
No mais, pode-se ainda fazer como o marajoara Nagib Abdon, médico infectologista que mora em Belém, mas que, sempre que pode volta às origens para fazer coisas que eram sua paixão na infância. 'Gosto de tomar banho na chuva, nos igarapés, nas praias, além de jogar um futebol, é claro!', conta.
E quem mora lá, é só elogios. Carmem Lúcia Gouvêia mora na ilha há cerca de três décadas e pretende ficar muito mais. 'Nasci em Belém, mas me considero uma marajoara. Cheguei aqui há uns 32 anos, mas tive que voltar para Belém por conta dos estudos dos meus flhos e voltei para cá logo que pude. Para mim o Marajó é um pedacinho do paraíso!, ressalta.
E para chegar a este pedaço do paraíso basta ir ao porto da Estação das Docas, em Belém, e curtir a viagem. De barco, as passagens custam de R$ 13 a R$ 25 cada. Depois de descer no porto de Camará, no município de Salvaterra, chega a vez do transporte rodoviário, que custa, em média, R$ 9 de micro-ônibus climatizado, R$ 5 de van e R$ 2 de ônibus, além de táxis.
Os horários são: Transporte de passageiros - De segunda a sábado, no galpão 10 das Docas, Belém/Salvaterra, às 6h30 e às 14h30. Já Salvaterra/Belém, às 6h30 e às 14h30. Aos domingos, também no galpão 10, Belém/Salvaterra, às 10h, e Salvaterra/Belém, às 15h.
Transporte de veículos (ferry boat) - De segunda a sexta, Belém (Icoaraci)/Salvaterra, às 6h30, e Salvaterra/Belém, às 16h. Aos sábados, Belém (Icoaraci)/Salvaterra, às 4h e às 6h30h. Já Salvaterra/Belém, às 16h. Aos domingos, Belém (Icoaraci)/Salvaterra, às 6h, e Salvaterra/Belém: às 16h e às 17h.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
ESPECIAL CIDADES DO PARÁ - CASTANHAL A CIDADE MODELO
Conseguir harmonia entre urbanismo e natureza é tarefa para alguns privilegiados. Castanhal está neste grupo e desponta no Pará como o lugar que une a sofisticação das grandes cidades à simpatia de pacatos lugarejos.
A 68 quilômetros de Belém, a Cidade Modelo, como Castanhal é conhecida, oferece muito mais que a benção do Cristo Redentor logo na entrada. Igarapés cristalinos, balneários relaxantes e belos clubes, como o Camping Ibirapuera, de 500 mil metros quadrados, ajudam a tornar a cidade ainda mais especial.

Um dos pontos turísticos é a Vila do Apeú, um balneário público famoso pelos igarapés e barraquinhas de comidas típicas, além da arquitetura que transporta o turista para outra época em meio a belas paisagens e muitas opções de lazer. Como conta Wagner Santos, representante de vendas de roupas em Castanhal: 'Pelo menos uma vez por mês eu passo por lá. Gosto de ir de manhã e voltar só à noite. Aproveito tudo: primeiro dou um mergulho no igarapé, depois almoço em um restaurante, dou uma caminhada para arejar, tomo aquele tacacá que só tem ali e depois curto um forró. É completo o dia no Apeú!’, afirma.
Dentro da cidade, a malha urbana chama atenção. São lojas de todos os tipos e mercadorias ainda mais variadas. No bairro do Centro, a avenida Barão do Rio Branco deixa qualquer consumidor assíduo deslumbrado. Além da praça da Igreja Matriz, que une peças históricas a sofisticadas construções, lojas (grandes, médias e pequenas) disputam muro a muro o melhor ponto de venda.
E venda lembra rotatividade. Quando se afirma que Castanhal consegue harmonizar urbano e natureza não está relacionando somente a asfalto e plantações. A Cidade Modelo, embora possua muitas concessionárias de automóveis, ficou conhecida por ser movida a duas rodas. As novatas motocicletas se juntam às tradicionais bicicletas, formando uma das maiores frotas do Pará.
Dando uma volta pela história, encontramos mais um ponto turístico da cidade: a Praça do Estrela. Com uma réplica da estação ferroviária de Bragança, inaugurada em 1º de dezembro de 1900, e a original 'Maria Fumaça', trem que ligava Belém a Bragança através de Castanhal, a praça oferece música ao vivo, ampla área com espaço para esportes radicais (skate, BMX e outros), arenas para a prática de futebol, vôlei, basquete e futsal, além comidas típicas e deliciosos lanches.
História - Castanhal foi fundada em 28 de janeiro de 1932 e recebeu este nome por conta de uma das subestações da estrada ferroviária de Bragança ter sido construída embaixo de uma castanheira. O povoamento da cidade se deu através da chegada de imigrantes nordestinos que foram designados para trabalhar na construção da estrada de ferro. Desde a chegada deles, muita coisa mudou e, em 2008, Castanhal já possuía cerca 159.110 habitantes, segundo o IBGE.
Curiosidade - O monumento do Cristo Redentor, inaugurado em 1982 em comemoração aos 50 anos de Castanhal, foi trazido da cidade de Campinas, em São Paulo, já pré-moldado. Foram 186 peças, trazidas de caminhão e montadas na Cidade Modelo. Almir Lima, prefeito da cidade na época, conta como a história começou: ‘Estava procurando algo para marcar os 50 anos de Castanhal e, em uma viagem para Goiás, passei pela cidade de Morrinhos, onde havia um monumento como esse. Liguei para a empresa que fazia as estátuas e encomendei uma. Chegou em Castanhal no ano de 1981 e demorou um ano para ser montada, mas ficou perfeita!', exclama. A estátua do Cristo Redentor possui 24 metros de altura, sendo 12 de estátua e 12 da base de concreto.
Viagem - Quem quiser passar pelo Portal, estrutura construída na entrada da cidade pela BR-316, e conhecer a Cidade Modelo basta ficar atento às informações a seguir:
De Belém para Castanhal, contabiliza-se 68 quilômetros. Caso a viagem seja de carro, o tempo estimado é cerca de 50 minutos. Se for de ônibus comercial (sem ar condicionado), o tempo fica em torno de uma hora e o custo é R$ 5. Já nos ônibus com ar condicionado, o preço sobe para R$ 6, o mesmo cobrado nos transportes alternativos. As diárias nos hotéis variam entre R$ 35 e R$ 150, com estruturas variadas.
Texto: Carlos Fellip
Edição: Rafaela Costa
Fotos: Portal Castanhal, Wanderley Souza, Neto Porpino e Diogo Lameira
publicada 13/07/2009 - 18h0m
A 68 quilômetros de Belém, a Cidade Modelo, como Castanhal é conhecida, oferece muito mais que a benção do Cristo Redentor logo na entrada. Igarapés cristalinos, balneários relaxantes e belos clubes, como o Camping Ibirapuera, de 500 mil metros quadrados, ajudam a tornar a cidade ainda mais especial.
Um dos pontos turísticos é a Vila do Apeú, um balneário público famoso pelos igarapés e barraquinhas de comidas típicas, além da arquitetura que transporta o turista para outra época em meio a belas paisagens e muitas opções de lazer. Como conta Wagner Santos, representante de vendas de roupas em Castanhal: 'Pelo menos uma vez por mês eu passo por lá. Gosto de ir de manhã e voltar só à noite. Aproveito tudo: primeiro dou um mergulho no igarapé, depois almoço em um restaurante, dou uma caminhada para arejar, tomo aquele tacacá que só tem ali e depois curto um forró. É completo o dia no Apeú!’, afirma.
Dentro da cidade, a malha urbana chama atenção. São lojas de todos os tipos e mercadorias ainda mais variadas. No bairro do Centro, a avenida Barão do Rio Branco deixa qualquer consumidor assíduo deslumbrado. Além da praça da Igreja Matriz, que une peças históricas a sofisticadas construções, lojas (grandes, médias e pequenas) disputam muro a muro o melhor ponto de venda.
E venda lembra rotatividade. Quando se afirma que Castanhal consegue harmonizar urbano e natureza não está relacionando somente a asfalto e plantações. A Cidade Modelo, embora possua muitas concessionárias de automóveis, ficou conhecida por ser movida a duas rodas. As novatas motocicletas se juntam às tradicionais bicicletas, formando uma das maiores frotas do Pará.
Dando uma volta pela história, encontramos mais um ponto turístico da cidade: a Praça do Estrela. Com uma réplica da estação ferroviária de Bragança, inaugurada em 1º de dezembro de 1900, e a original 'Maria Fumaça', trem que ligava Belém a Bragança através de Castanhal, a praça oferece música ao vivo, ampla área com espaço para esportes radicais (skate, BMX e outros), arenas para a prática de futebol, vôlei, basquete e futsal, além comidas típicas e deliciosos lanches.
História - Castanhal foi fundada em 28 de janeiro de 1932 e recebeu este nome por conta de uma das subestações da estrada ferroviária de Bragança ter sido construída embaixo de uma castanheira. O povoamento da cidade se deu através da chegada de imigrantes nordestinos que foram designados para trabalhar na construção da estrada de ferro. Desde a chegada deles, muita coisa mudou e, em 2008, Castanhal já possuía cerca 159.110 habitantes, segundo o IBGE.
Curiosidade - O monumento do Cristo Redentor, inaugurado em 1982 em comemoração aos 50 anos de Castanhal, foi trazido da cidade de Campinas, em São Paulo, já pré-moldado. Foram 186 peças, trazidas de caminhão e montadas na Cidade Modelo. Almir Lima, prefeito da cidade na época, conta como a história começou: ‘Estava procurando algo para marcar os 50 anos de Castanhal e, em uma viagem para Goiás, passei pela cidade de Morrinhos, onde havia um monumento como esse. Liguei para a empresa que fazia as estátuas e encomendei uma. Chegou em Castanhal no ano de 1981 e demorou um ano para ser montada, mas ficou perfeita!', exclama. A estátua do Cristo Redentor possui 24 metros de altura, sendo 12 de estátua e 12 da base de concreto.
Viagem - Quem quiser passar pelo Portal, estrutura construída na entrada da cidade pela BR-316, e conhecer a Cidade Modelo basta ficar atento às informações a seguir:
De Belém para Castanhal, contabiliza-se 68 quilômetros. Caso a viagem seja de carro, o tempo estimado é cerca de 50 minutos. Se for de ônibus comercial (sem ar condicionado), o tempo fica em torno de uma hora e o custo é R$ 5. Já nos ônibus com ar condicionado, o preço sobe para R$ 6, o mesmo cobrado nos transportes alternativos. As diárias nos hotéis variam entre R$ 35 e R$ 150, com estruturas variadas.
Texto: Carlos Fellip
Edição: Rafaela Costa
Fotos: Portal Castanhal, Wanderley Souza, Neto Porpino e Diogo Lameira
publicada 13/07/2009 - 18h0m
terça-feira, 14 de julho de 2009
6 formas de combater o ciúme patológico
Você está em: Bem-estar
6 formas de combater o ciúme patológico
Saiba identificar quando o sentimento extrapola -->
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O ciúme é o tema que constantemente vem a tona quando falamos sobre relacionamento afetivo, isso porque dentre as mais diferenciadas emoções humanas essa é uma emoção extremamente comum. Todos nós cultivamos certo grau de ciúme e alguns dizem que esse sentimento é necessário em todo relacionamento, porque afinal, quem ama cuida. O sentimento denominado amor geralmente é acompanhado do ciúme. E o ciúme muitas vezes aparece sob o véu do cuidado, do zelo e da preocupação com a pessoa amada. Quem ama o outro sente a necessidade de fazer com que a pessoa se sinta realmente amada, acolhida, querida e respeitada no relacionamento. Existe sim o ciúme em nível normal que tem como função cuidar e proteger da pessoa amada e do pedaço de nós que está depositado nela (o nosso amor, as nossas expectativas, os nossos ideais, sonhos e etc.). Logo, todos nós, alguma vez, em maior ou menor grau já o sentimos.O ciúme patológico pode surgir quando uma das partes sente que o parceiro não está conectado a ela da forma como gostaria e começa a criar fantasias, crenças e certezas que só existem na imaginação. Para o ciumento, as dúvidas e incertezas são vistas como verdades concretas, daí amigos de trabalho viram rivais, os compromissos do outro viram desculpas para traição e etc. É comum pessoas que deixam a sua vida de lado para seguir os passos do companheiro, que perdem o sono pensando na possibilidade de uma traição e aqueles que têm a sua individualidade invadida e constantemente revirada pela desconfiança e o excesso de controle do parceiro (ou parceira). Como saber se o seu ciúme, ou do seu parceiro, está em níveis normais ou já está se transformando em uma patologia? A pessoa cujo ciúme encontra-se dentro do normal, baseia os seus questionamentos, desconfianças e inseguranças em fatos reais e concretos. Já o ciumento doentio tende a fantasiar situações, viver buscando indícios de infidelidade e tem a sua vida pessoal prejudicada pelo fato de não conseguir pensar em outra coisa que não sejam as suas fantasias e desconfianças. Ele tende a experimentar sentimentos como ansiedade, depressão, angústia, raiva, vergonha, insegurança, humilhação, culpa e desejo de vingança. Mas o que fazer quando somos vitimas ou sofremos desse sentimento exagerado?1) Colocar-se no lugar do outro, ou pedir ao companheiro que coloque-se em seu lugar a fim de imaginar como é a vida da pessoa que é vitima constante de acusações infundadas, 2) Reconhecer e admitir as suas qualidades e perceber que se elas não fossem encantadoras, o outro não teria motivos para estar com você; 3) Adquirir maior segurança (em si e no outro); 4) Procurar ajuda médica e psicológica quando a patologia estiver caminhando para níveis muito avançados; 5) Se você é vitima de um ciumento (ou ciumenta) patológico, evite dar as explicações pedidas e permitir que o outro comande a sua vida, porque ao agir dessa forma, você está alimentando as crenças e imaginações e contribuindo para que elas se tornem reais para o outro.6) Procure ajuda ou denuncie o seu parceiro (ou parceira) caso você esteja sendo vítima de agressões físicas ou ameaças. Depois de algum tempo, você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança. (William Shakespeare)
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O ciúme é o tema que constantemente vem a tona quando falamos sobre relacionamento afetivo, isso porque dentre as mais diferenciadas emoções humanas essa é uma emoção extremamente comum. Todos nós cultivamos certo grau de ciúme e alguns dizem que esse sentimento é necessário em todo relacionamento, porque afinal, quem ama cuida. O sentimento denominado amor geralmente é acompanhado do ciúme. E o ciúme muitas vezes aparece sob o véu do cuidado, do zelo e da preocupação com a pessoa amada. Quem ama o outro sente a necessidade de fazer com que a pessoa se sinta realmente amada, acolhida, querida e respeitada no relacionamento. Existe sim o ciúme em nível normal que tem como função cuidar e proteger da pessoa amada e do pedaço de nós que está depositado nela (o nosso amor, as nossas expectativas, os nossos ideais, sonhos e etc.). Logo, todos nós, alguma vez, em maior ou menor grau já o sentimos.O ciúme patológico pode surgir quando uma das partes sente que o parceiro não está conectado a ela da forma como gostaria e começa a criar fantasias, crenças e certezas que só existem na imaginação. Para o ciumento, as dúvidas e incertezas são vistas como verdades concretas, daí amigos de trabalho viram rivais, os compromissos do outro viram desculpas para traição e etc. É comum pessoas que deixam a sua vida de lado para seguir os passos do companheiro, que perdem o sono pensando na possibilidade de uma traição e aqueles que têm a sua individualidade invadida e constantemente revirada pela desconfiança e o excesso de controle do parceiro (ou parceira). Como saber se o seu ciúme, ou do seu parceiro, está em níveis normais ou já está se transformando em uma patologia? A pessoa cujo ciúme encontra-se dentro do normal, baseia os seus questionamentos, desconfianças e inseguranças em fatos reais e concretos. Já o ciumento doentio tende a fantasiar situações, viver buscando indícios de infidelidade e tem a sua vida pessoal prejudicada pelo fato de não conseguir pensar em outra coisa que não sejam as suas fantasias e desconfianças. Ele tende a experimentar sentimentos como ansiedade, depressão, angústia, raiva, vergonha, insegurança, humilhação, culpa e desejo de vingança. Mas o que fazer quando somos vitimas ou sofremos desse sentimento exagerado?1) Colocar-se no lugar do outro, ou pedir ao companheiro que coloque-se em seu lugar a fim de imaginar como é a vida da pessoa que é vitima constante de acusações infundadas, 2) Reconhecer e admitir as suas qualidades e perceber que se elas não fossem encantadoras, o outro não teria motivos para estar com você; 3) Adquirir maior segurança (em si e no outro); 4) Procurar ajuda médica e psicológica quando a patologia estiver caminhando para níveis muito avançados; 5) Se você é vitima de um ciumento (ou ciumenta) patológico, evite dar as explicações pedidas e permitir que o outro comande a sua vida, porque ao agir dessa forma, você está alimentando as crenças e imaginações e contribuindo para que elas se tornem reais para o outro.6) Procure ajuda ou denuncie o seu parceiro (ou parceira) caso você esteja sendo vítima de agressões físicas ou ameaças. Depois de algum tempo, você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança. (William Shakespeare)
sexta-feira, 10 de julho de 2009
As frases mais usadas pelas mulheres para rejeitar um homem
Penso em você como um irmão!(Você me recorda o inútil do meu irmão Carlos)
Existe uma pequena diferença de idade entre nós!
(Não quero fazer amor com alguém da idade do meu pai!)
Você não me atrai dessa maneira!(Não deixaria que você tocasse nem no meu cachorro)
Minha vida já é demasiado complicada!(Não quero que você passe a noite comigo para não saber a quantidade de telefonemas que eu recebo de todos os outros homens com quem eu saio!)
Tenho Namorado!(Prefiro ficar com meu gato e tomar uma taça de sorvete a estar com você!)
Não saio com gente do trabalho!(Não sairia com você nem que fosse o único homem do Sistema Solar, quanto mais do trabalho!)
Não é sua culpa, é minha!(A culpa é sua!)
Quero concentrar-me na minha carreira!(Um trabalho chato e frustrante como o meu ainda é melhor que sair com você!)
Fiz votos de Castidade! (Odeio gente que cheira como se estivesse sem tomar banho a três dias!)
Sejamos amigos!(Quero que você esteja por perto, assim poderei te explicar todos os detalhes dos homens com quem eu gosto de sair e fazer amor!)
Existe uma pequena diferença de idade entre nós!
(Não quero fazer amor com alguém da idade do meu pai!)
Você não me atrai dessa maneira!(Não deixaria que você tocasse nem no meu cachorro)
Minha vida já é demasiado complicada!(Não quero que você passe a noite comigo para não saber a quantidade de telefonemas que eu recebo de todos os outros homens com quem eu saio!)
Tenho Namorado!(Prefiro ficar com meu gato e tomar uma taça de sorvete a estar com você!)
Não saio com gente do trabalho!(Não sairia com você nem que fosse o único homem do Sistema Solar, quanto mais do trabalho!)
Não é sua culpa, é minha!(A culpa é sua!)
Quero concentrar-me na minha carreira!(Um trabalho chato e frustrante como o meu ainda é melhor que sair com você!)
Fiz votos de Castidade! (Odeio gente que cheira como se estivesse sem tomar banho a três dias!)
Sejamos amigos!(Quero que você esteja por perto, assim poderei te explicar todos os detalhes dos homens com quem eu gosto de sair e fazer amor!)
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